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Don't you know we cannot die? We are starz. - SP

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Domingo, Outubro 29, 2006


¤ Na festa..

Tô andando por aí, numa festa que reuniu quase todos os alunos de uma faculdade daqui (metade da população). Foram distribuídos ingressos de graça para todos os alunos, então dá pra imaginar a multidão. Aí alguém olha pra mim, e me cumprimenta. Um cara que eu tenho plena certeza de que nunca fez parte do meu círculo de amizades.

Levando em consideração que eu não estava bêbado, e que até pensei na possibilidade de que estivesse tão bêbado que pensasse estar sóbrio, possibilidade esta que foi logo descartada, pois havia acabado de chegar na festa, fiquei a imaginar de onde pudesse conhecer aquela figura. Não demorou muito e ele exclamou.

- E ae rapaz! Quanto tempo!
- Ô.. pois é cara, tempão hein? (eu sempre me saio com essas..)
- Grande garoto! Ei Marcão, olha só quem tá aqui!

Marcão?

- E ae rapaz, quanto tempo!
- Ô.. foi o que eu comentei com o .. com o.. com o nosso amigo aqui! Bom.. deixa eu ir que estão me esperando ali!
- Opaa.. sempre tocando o terror nas festas hein?
- Sempre!
- Vai lá rapaz, valeu! "Prazerzão" te ver, Caio.

thiago fialho l 1:16 AM


¤ Chama quem quiser..

Lei seca, boates fechadas, bares vazios (não digo "fechados", porque tem quem vá comprar refrigerante ou comer..). O que rola hoje é festa particular. Então nego resolve organizar uma e chama os amigos. Só que aí ele diz para os amigos "Pode trazer quem quiser". Resultado: só hoje, fui convidado por umas 10 pessoas para uma dessas festas. E são todos "convidados do convidado." Não quero imaginar como deve estar a casa do cidadão neste momento. Tomara que seja grande.

thiago fialho l 1:03 AM

Sexta-feira, Outubro 27, 2006


¤ Um leitor da Capricho..



Na biblioteca da faculdade agora tem a revista Capricho.
Já tinha a VIP também.
Só falta ter Playboy, pra se tornar um templo da busca pelo conhecimento. Sexual, que seja.

Fui pegar alguma revista pra ler e fiquei olhando a Capricho na prateleira. Um balcão nos separava. E na capa da Capricho tinha uma chamada pra uma entrevista com a Karen O, do "Yeah Yeah Yeahs". Pô, eu gosto pra caramba do Yeah Yeah Yeahs. Mas é que era.. sabe.. a Capricho. Revista de menininha. Não que eu seja preconceituoso. Mas até quando você vai ler as matérias eles te chamam de "leitora" e falam sobre "namorados". Ou seja, aquilo não é pra ser lido por um homem de respeito. Mas tinha o Yeah Yeah Yeahs na capa.

Deixei o preconceito de lado e chamei a atendente, aproveitando que não havia ninguém por perto. Ela pediu que eu esperasse e foi pegar alguma coisa lá dentro. Aí voltou.
Mas antes que ela retornasse, apareceu um grupo de estudantes. Uns 5, do meu lado. E eis que a moça pergunta:

- E então, qual revista você quer?

Coço a cabeça, olho pro lado, e aponto.

- Aquela ali ó..
- VIP?
- Não, aquela ó..
- Veja?
- Não..
- Qual o nome então?
- É a.. capricho..

- Ah, a CAPRICHO!
- Isso! E a Carta Capital também.

Pronto. Baseado nas minhas escolhas, poderia ser rotulado assim: um intelectual preocupado com as informações dirigidas às jovens meninas deste país.

Ou então veado mesmo.

thiago fialho l 2:22 AM

Quinta-feira, Outubro 26, 2006


¤ O Acre é o Hype

Foi-se o tempo em que este blog era uma das poucas referências ao estado na internet nacional. De completo desconhecido, o Acre vem se tornando alvo frequente dos holofotes da mídia brasileira. Anos atrás, o pouco que se comentava era sobre o Chico Mendes, a Marina Silva e o "Jason" Paschoal.

Acho que quem começou a falar sobre o Acre, na internet, foi o Moskito, que fingia morar aqui e escrevia seus textos no mesmo estilo do Mr Manson descrevendo o Piauí. Criou-se uma certa polêmica na época. Pouco tempo depois, surgiu meu blog, que até pegou onda na discussão. Daí veio o Orkut e a excepcional "Acre is a Lie", que atraiu uma série de "simpatizantes da causa" e alguns acreanos revoltados, o que a tornou ainda mais engraçada. Lembro de estar passeando pelo Barra Shopping, no Rio, e ver uma camisa na vitrine com o nome "Acre". Igual a essa abaixo, bem simples. Preço: 120 reais.



Tempos depois, surgia a grife dos Ashaninkas (tribo indígena acreana), que fez até um desfile no Fashion Mall, shopping carioca badalado e frequentado massivamente por artistas e gente rica. Hoje em dia, não é difícil ver gente vinda de outros estados andando por aí com uma camisa onde pode-se ler o nome "Acre", e atrás o slogan do governo "Estado da Florestania". É comum ir ao Rio de Janeiro, por exemplo, e encontrar gringo com camisa da praia de Copacabana, de time de futebol carioca e até de escola de samba. Mas realmente achei inusitado ver tanta gente circulando por aí com uma camisa estampada com o nome "Acre".

Recentemente, a Minisérie "Amazônia: de Galvez a Chico Mendes", a mais cara da história da Globo, escrita pela autora acreana Glória Peres, atraiu a atenção da mídia nacional pra cá. Globais caminham por aí sem muito assédio, correm nos parques, frequentam academias, e consomem metade do estoque de drogas do estado, segundo Andre Vieira, da revista Rolling Stone, revista essa que dedicou uma matéria falando sobre o estado em sua primeira edição. Foram construídas três cidades cenográficas, que se transformarão em atrações turísticas após o término das gravações. Em uma edição recente da Revista Caras, Christiane Torloni aparece falando sobre o Acre e mostrando alguns pontos da cidade, fato inédito até então.

Até no mundo musical o Acre virou notícia, com o sucesso da banda Los Porongas, uma das mais promissoras do rock brasileiro, segundo os críticos. O bla-bla-bla em torno dos Porongas conseguiu atrair atenção para os amigos da Camundogs, banda que também é apontada como revelação. E o destaque continua, com o Festival Varadouro, cujos organizadores acertaram em cheio ao trazer os jornalistas moderninhos da área musical para cobrir o evento. Estes, pegando carona na frequente exposição do estado na mídia, estão transformando o Acre em uma espécie de novo "Hype" na cena pop. Pra quem tem banda, quem produz vídeos, escreve livros ou mantém um blog (hê), este é o momento de aproveitar. Os holofotes estão apontados pra cá.

thiago fialho l 2:38 AM

Quarta-feira, Outubro 25, 2006


¤ Lil Chris

Vem de um moleque de 16 anos a música mais bacaninha de todos os tempos da última semana, "Checking it now". E ele não parece ser chato como o Felipe Dylon. Ouve aí.

thiago fialho l 5:43 PM

Terça-feira, Outubro 24, 2006


¤ Festival Varadouro - Resenhas

Acho que vou relembrar os velhos tempos de críticas musicais. Eu nunca fui um bom crítico musical, poucas vezes analisei cuidadosamente um show ou um cd. Por isso, acredito que meus comentários são só meus, não tentam passar a imagem de uma banda para o público em geral. São apenas minhas opiniões. Então, se você foi sacaneado aqui, não se sinta ofendido. Primeiro porque este é um blog de humor, e segundo porque o mundo não vai acabar por causa de um comentário que eu fizer. Ignore este blog e siga em frente. E, afinal, não tenho nada contra os integrantes das bandas, só falo da parte musical.

*

Discurso paz e amor pra começar. Então agora vamos falar mal gentilmente.

Primeiro dia.

Cheguei a tempo de ver a Gogó de Sola, a primeira banda a se apresentar. Gogó de Sola existe. Descobri até que um amigo meu é baterista. Ele nunca comentou isso comigo, acho que ele não sabia que era integrante da banda. Vai ver, nem ele sabia que a banda existia. Vi pouco do show, estava mais concentrado num papo com uns amigos e em cumprimentar as dezenas de amigos e conhecidos que encontrei por lá. Mas o que ouvi não me pareceu ruim. Interprete como quiser, pra mim pode até ser considerado um elogio.

*

Depois veio Mamelucos. Vi de longe, ainda estava cumprimentando pessoas (vejam como eu sou um cara popular..). Eu ia falar sobre eles, mas.. Bom, eu não lembro do show deles. Essa é a verdade. Se eu fosse crítico musical, eu teria que enrolar e inventar alguma coisa. Como não sou, conto logo a verdade.

*

Aí chegou Ultimato, de Rondônia. Um System of a Down misturado com Charlie Brown Jr. E é só o que eu tenho a dizer.

*

Nicles. Famosa Nicles. É, eu sei que vocês não conhecem, mas eles estão sempre tocando por aqui. Banda querida por alguns organizadores do festival. Já fui em vários shows deles, mas o som não "descia". Por um motivo em especial: a desafinação do vocalista. Não é que ele fosse desafinado. Desafinado sou eu. Ele era algo.. sei lá, terrível. Mas o show deles me surpreendeu. Ele deve ter tomado alguma coisa milagrosa ou feito uma operação na garganta, e cantou direitinho. E eu finalmente consegui entender as letras e apreciar as músicas. Que continue assim, talvez um dia eu até vire fã.

*

Coletivo Rádio Cipó. Não há como não se surpreender com uma banda que tenha entre seus integrantes um senhor de mais de 80 anos, com mais energia que muito jovem por aí. Ouvi pouco, porque preferi descansar um pouco na área VIP. Eu não tinha crachá pra entrar lá. Eu não fui convidado. Mas como eu contribuo com essa tal "cena rock acreana" e até ajudei na divulgação do festival, senti-me no direito de aproveitar tudo. E ainda arrastei a Lorena. Depois de um tempinho, a Agatha se juntou à nós e ficamos por lá. Comida, bebida e conforto. Tudo free.

Macaco Bong. Rock instrumental. Não esperava muito deles, não sou lá um grande fã de bandas nesse estilo. Mas depois do que eu vi, posso dizer que foi um dos melhores shows do festival. Olhava pro lado e via vários amigos instrumentistas, boquiabertos e olhando concentrados pros músicos no palco. Até quem não entende nada de guitarra e bateria, como eu, percebeu a beleza que eram aqueles caras tocando. Nota 10. Não tem espaço nem pra ironia ou piadinha.

*

Camundogs. Segunda maior banda do Acre, muito querida pelo público. Eu tinha um amigo lá, o Chico Mouse, que era baixista, mas que resolveu abandonar a banda pra virar um "homem sério, trabalhador e pai de família". O resultado vocês conferem no Ufa, cansei!, blog do dito cujo.



Strokes. Banda mais esperada do dia, pelo menos entre meu grupo de amigos. Não é todo dia que os Strokes tocam no Acre. Mandaram todos seus sucessos (só faltou "last nite"), embora não tenham empolgado tanto a platéia, talvez por não serem "bons de palco". Um show bacana, mas esperava mais. Confira no site dos Strokes algumas músicas do cd recém-lançado. Tem o "melô-do-cu-doce", segundo o Vivi e a Agatha. A letra é mais ou menos assim:

"Se for pra se guardar melhor então nem vir..
Se for pra se fechar melhor então nem ir.."

Não tocaram essa, embora o Vivi tenha implorado na frente do palco. Pena.

Segundo dia

Cheguei, e dessa vez cumprimentei um número bem menor de pessoas, o que me permitiu assistir com mais atenção aos shows. Não que minha popularidade tenha diminuído, foi pura preguiça de falar com todo mundo.

Auttreyd. Metal. Aquela voz "satânica", e um vocalista que só falava em inglês, ou melhor, ingrês. Não sou fã de Metal, mas até que os caras são bons. Até o Lúcio Ribeiro assistiu. Lúcio é metaleiro.

Fire Angel: Massacration.

Mezatrio. Já tinha ouvido falar bem deles, que eram os "Los Hermanos" de Manaus. De fato, são. Mas com um som um pouco mais "rock", já que os nosso amigos Los Hermanos andam caminhando pro rumo da mpb. Ótima banda, boto fé. Mas o vocalista podia falar algo além de "Obrigado, Rio Branco".

Álamo Kário. Procurei uma cadeira e tentei dormir. Acordei depois de um pesadelo, onde o Álamo fazia um show de 2 horas e meia e dedicava uma música pra mim. Felizmente, a realidade era menos dura, e o show durou só meia-hora.

Porcas Borboletas. "É melhor dizer.. amor acabou a cerveja.. do que chorar.. cerveja acabou o amor". Quanta presença de palco! Quanto carisma. Um dos melhores shows da noite, sem dúvida. Chegaram lá como uma surpresa e contagiaram toda a platéia, que pediu bis no fim do show, pela primeira vez no dia. É um show teatral, cheio de gracinhas e músicas bacanas. Soube que um dos integrantes da banda demonstrou, bastante empolgado, seu encanto com o público acreano: "A gente tem que voltar aqui! As pessoas estavam cantando nossas músicas! Nem na nossa cidade cantam as nossas músicas.."
Se você não conhece, procure no orkut. Tem o cd todo na comunidade deles.

MQN. Famosa MQN. Famosa no underground, claro. O comentário que mais chamou a atenção no festival todo veio do vocalista deles. "Vocês são privilegiados por estarem tão próximos da Bolívia e da Colômbia, e seus produtos essenciais para o rock." Um bom show, mas depois do furação Porcas Borboletas, achei que "esfriou" um pouco. Diz o Lúcio Indie Ribeiro que foi "o" show da noite. Mas, antes que você acredite, sinceramente, é melhor esperar pelo comentário da banda a seguir..

LOS PORONGAS. O público se aglutina na frente do palco. Os reis do rock acreano, e uma das revelações do rock nacional, sobem ao palco. Como numa final de copa do mundo no Brasil, com a seleção brasileira jogando, a sensação que se tem é que o jogo está ganho, tamanho o domínio do público pela banda. Há quem ache que sou puxa-saco por ter amigos lá, o que não é verdade. Tanto que não dou o mesmo destaque para outras bandas de amigos. Simplesmente admiro o Porongas como um dos nomes mais fortes do rock brasileiro atualmente, e reconheço a qualidade do trabalho deles. E com um olhar crítico, exatamente pela expectativa em torno daquela apresentação, acompanhei o show. "Apoteótico" em alguns momentos, eu diria. O Diogo, vocalista, sabe muito bem como usar o público a seu favor. E neste dia parecia que eles estavam fazendo "o" show da vida deles, tamanho o gás demonstrado no palco por todos os integrantes. O Thiago Pereira, do programa Alto-Falante, descreveu assim: "Los Porongas jogando em casa é covardia."
O Lúcio Ribeiro comparou a interação da banda com o público com um Arctic Monkeys se apresentando em Sheffield. Aliás, o Lúcio só fala em Arctic Monkeys e Cansei de ser Sexy. Deve ter sido estranha a sensação de descobrir que existe rock além dessas bandas. (Ok, eu também só estou falando em Lúcio Ribeiro neste post, e olha que nem acabei..)

Walverdes. "E agora, Patrick?", deve ter perguntado o Gustavo "Mini" para seu companheiro de banda após o show dos Porongas. Foi mais ou menos isso que ele comentou no blog do Walverdes. Walverdes é uma excelente banda, com longos anos de estrada e ótimos músicos. Mas não deve ser grata a missão de tocar após aquela catarse acreana. Eu mesmo, embora goste da banda, não acompanhei o show com tanta atenção, que também foi apontado por muitos como um dos melhores da noite.

*

Demais considerações e comentários que nada acrescentam na sua vida:

- Por um erro de planejamento da organização do festival, escalaram o Lúcio pra fechar a noite no primeiro dia, discotecando após o último show. Pra piorar, caiu uma chuva. Resultado: pista completamente vazia. Nem mosca voando. É o tipo de erro que não pode voltar a ocorrer, já que não é todo dia que o profeta da música indie aparece por estas bandas.

- A piada do dia foi que o Lúcio perguntou pra produção, antes de viajar pra cá: "Qual vacina eu preciso tomar pra ir até aí?". O lendário Humberto Finatti, que vive cutucando o amigo, também jornalista, não perdeu a oportunidade de comentar o assunto na sua coluna. O Lúcio devolveu, dizendo que a figura do Mapinguari colocada no seu blog não representava o Finatti, e sim uma lenda amazônica.

- Aproveitei a vinda do Walverdes pra comprar umas camisas com o Patrick, que é dono da Mono. Economizei frete, tempo, e até as pernas, já que só precisei atravessar a rua e andar um pouco até chegar ao hotel onde eles estavam hospedados.

* * *

Leia comentários mais sérios sobre o festival:

Porcas Borboletas Blog

Blog do Gustavo Mini - Walverdes

Lúcio Ribeiro

Senhor F

Humberto Finatti

Fim. The End. Até.

thiago fialho l 5:31 PM


¤ Vara D'Ouro 1

Lembra que eu falei que precisava escrever um release de algumas bandas que eu nunca tinha ouvido falar? Uma delas era a Gogó de Sola. Pois bem, uma semana depois recebi o link de uma matéria sobre a banda, enviada por algum integrante dela. No dia da apresentação da banda do festival, recebi um cd demo. Se eu falar bem, acho que recebo até uma camiseta. Agora descobri o segredo: falar que não conheço nada sobre alguma banda para que ela me faça conhecê-la. E agora que a Gogó de Sola ganhou mais uma referência no Google, com a nova citação neste blog, vamos postar aqui a demo da banda. Ouça Gogó de Sola.* Eu fui o primeiro cara a falar dela. No mundo. Na vida. Se algum dia eles fizerem sucesso, ficarei feliz com isso.

*(Daqui a pouco eu posto..)

thiago fialho l 3:46 PM


¤ Opa

A propósito: faculdade emburrece. Eu nunca frequentei tanto a faculdade, já que preciso de 1204 horas de "prática jurídica" até o final de novembro e só tenho 30 e tantas. Isso agora, porque até o começo de outubro eu tinha 4. Por isso a loucura de ir pra aula em pleno sábado de manhã, às 9 horas, depois de ir dormir às 5. Não é sede pelo conhecimento, é puro desespero.

Mas o fato é que eu nunca me senti tão burro na minha vida. E a culpa disso é da faculdade. A gente ouve tanta coisa de gente que não sabe nem o que tá dizendo, mas finge que sabe, que acaba perdendo um tempo em que poderia, de fato, estar aprendendo alguma coisa. Mas enfim, o que importa é o canudinho no final. Se você acha que vai se tornar um gênio depois que entrar na faculdade, boa sorte. Pra mim é mais ou menos o que o Andre Dahmer colocou nos Malvados: um mercadinho imoral de diplomas.

E por falar nisso, há 4 séculos atrás eu recebi uma "cartinha" da faculdade.
Entrega na porta da sala, por uma mulher que não falava nada, envelope lacrado, com o título "confidencial". Cobrança? Advertência? Mensagem da CIA? Nada disso. Abri o envolope, e me deparei com algo que me fez rir durante 30 minutos. Clique aqui para ler.

Parece que alguma acadêmica se sentiu ofendida com o que eu escrevi. Acadêmica que se sentiu ofendida com o que eu escrevi, vá dar meia hora de bunda. E volte sempre, porque eu sei que você adora o Coca Mata. E eu não quis lhe ofender, sinto muito se você imaginou que eu fosse capaz de fazer isso. Desculpe-me. Sua putinha.

(É impressão minha ou eu resolvi voltar a ser polêmico?)

* A propósito, depois de ler a carta eu fiquei pensando. Post falando mal da faculdade? Mas.. qual deles?

thiago fialho l 3:39 PM


¤ Olha eu de novo..

Eu fico testando a paciência de vocês. Eu abandono esse blog por quatro séculos (tanto quanto o PSDB governou o país, segundo o Lula). Aí eu volto a escrever. A maior parte dos leitores se manda. Outros poucos entram de vez em quando. Pois é, você que entra aqui de vez em quando, lá vamos nós de novo. Até sabe-se lá quando. Agora, uma curiosidade: nem eu estava entrando neste blog nos últimos tempos. Se bem que faz sentido: não tem nem comentários aqui, eu ia entrar pra quê?

*

¤ Mais do mesmo

Vou começar indicando outros blogs, pra quando isso aqui estiver parado e você não souber pra onde ir. Tem tanta merda igual à essa por aí. O Dequejeito, o Tempo Perdido, o Fotos da Sandy Pelada (que muda de endereço 4 vezes por semana), o blog do Camelo (hehe).. Na verdade, já faz um tempinho que eu não procuro por novos blogs, e os antigos que eu conhecia acabaram. Mas saia clicando enlouquecidamente nos links destes blogs, pois certamente você encontrará coisas bacanas.

¤ Zzz

No post abaixo eu realmente acordei lá pelas 8 da manhã para ir pra "prática jurídica", por isso um texto tão idiota.
Mas o diálogo foi mais ou menos assim. Liguei pro meu amigo Henrique.


- E aeapif.. vaidap prática?
- Humfs.
- Blxz.
- Hunssfa.

Acordar cedo acaba com meu cérebro.

thiago fialho l 3:18 PM

Sábado, Outubro 07, 2006


¤ aksldjsak

Oi, é sábado, 8:45 da manhã.
Eu acordei pra ir pra aula.

(só pra deixar registrado este momento histórico, tão raro, praticamente inédito, na minha vida..).

thiago fialho l 10:44 AM

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eu

Opa, tudo bê? eu sou o Thiago Fialho, tenho 20 anos e sou estudante de Direito, assim como boa parte das pessoas que você conhece. Me considero mais que um admirador, mas um estudioso e profundo conhecedor do indie rock.

Adoro escrever coisas inúteis que façam você e eu perdermos nosso tempo, como você pode observar neste blog. Sou um
blogueiro decadente, mas conquistei a fama mundial (nota: observar ironia) graças ao meu projeto inovador do Videolog.

Adoro criar e não consigo me ligar numa única coisa por muito tempo. Estou sempre envolvido em projetos nas mais diversas áreas, como publicidade, mídia/jornalismo, design, sites, música, produção de vídeos, humor e etc.

Caso você me ache um cara legal, o que não é tão dífícil, me adicione no
orkut, não sem antes dizer que você está me adicionando por ser visitante do blog, caso contrário eu não lhe aceitarei, porque no fundo eu sou um pouco chato. Ah, todo mundo é, às vezes.

Mora onde?

Rio Branco - Acre.

Estado Civil?

Tell me there's a logic out there, leading me to better prepare, for the day that something really special might come. * weezer - perfect situation

Mais alguma coisa?

às vezes me acho meio maluco.

Já falou tudo?

não. Já fiz muita coisa doida.

Hm.. o quê?

Nada que possa ser divulgado.

Agora os leitores estão curiosos..

ah, todo mundo já fez alguma loucura na vida.

Como você encara a fama?

que fama? bom, talvez seja legal, a pior parte é responder perguntas como essa.

Tem algum segredo guardado à sete chaves?

tenho!

Qual?

é um segredo, ora.

Recado para os leitores?

se cuidem e visitem o blog todos os dias. E o Coca Mata já tem mais de 3 anos, então dêem uma olhada nos arquivos que tem muita coisa bacana que eu escrevi durante esse tempo todo.




















































































































































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