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Don't you know we cannot die? We are starz. - SP

Blinkies l b-log l Orkut l E-mail

Segunda-feira, Setembro 24, 2007


¤ Uma banda lendária

Recado pro Neto: Não publicar este texto no Grito Rock, o texto paga-pau da banda será outro, mais bonito e poético. Grato.

- A minha banda é quase uma lenda urbana. Atualmente está em um chamado "hiato", tal qual Los Hermanos. Só fez um show até hoje, onde tocou duas músicas, teve um outro show anunciado (inclusive em flyers e cartazes), mas não o realizou, e vive sem baterista. Já passaram pela nossa banda 6 bateristas, e outros 3 ou 4 foram sondados à participar, mas acabaram não tendo essa grande oportunidade. Aí você se pergunta: "Mas porque nenhum fica? Tua banda é ruim, hein Thiago?!".

Meu caro, o fato não é esse. Quer dizer.. bom, as nossas músicas são melhores do que as de 99% das bandas daqui, o que pode ser usado pra contrabalançar a falta de virtuosos na banda. O fato é que sempre havia algum problema, desde incompatibilidade de gostos musicais à ausência de local para ensaio. Sempre tinha algum entrave. Ou os bateristas são muito chatos, ou nós é que somos muito seletivos.

Desde janeiro de 2004 estamos na luta, tanto que o possível ocupante deste abençoado cargo é apelidado por nós de "O Messias". Não achem surpreendente que tenhamos apontado o filho recém-nascido do baixista como o salvador.

Conto abaixo algumas curiosidades à respeito da nossa trajetória pela cena rockeira acreana.

- A primeira formação da banda tinha eu, Fábio X e Henrique Gallo. O Fábio comprou uma bateria, o Henrique comprou uma guitarra e eu não comprei nada. Fiquei então com o posto de vocalista. Eu não sabia cantar (ainda não sei), o Fábio não sabia tocar bateria e o Henrique não sabia tocar guitarra. Curiosamente, a banda acabou antes de começar.

- Começamos oficialmente em janeiro de 2004, tocando cover do "The Strokes", com a formação: Thiago Fialho (vocal), Adaildo Neto (guitarra 1), Xis (guitarra 2), Hugo Netus (baixo) e Felício (bateria). As músicas eram "Hard to explain", "Last Nite" e "New York City Cops". Bons tempos.

- Alguns bateristas só tocaram conosco uma vez. Já tivemos bateristas metaleiros, evangélicos e "popzinhos".

- Uma garota nos contactou, certa vez, para ser a baterista da banda. Na verdade, nós é que estávamos à procura, no IRC, e ela respondeu ao contato. Não demorou muito pra que todos os integrantes começassem a sonhar com a menina. 15 anos, cabelos castanhos, olhos verdes, magra, alta. O Neto citava casos de guitarristas que namoravam bateristas. O Hugo defendia uma relação similar, mas de bateristas com os baixistas. Eu achava que o vocalista era o que chamava mais atenção, e essa já tava na minha.

Depois de ver a descrição da garota, resolvi perguntar sobre seus outros dotes. Ela disse que não sabia tocar, mas tinha uma bateria. Beleza, era alguma coisa (duplo sentido). Depois de algum tempo, disse que não tinha bateria, que ainda ia comprar uma, mas a amiga dela tinha e ia emprestar. Beleza, quebrava o galho (novamente). Marcamos o primeiro encontro. Fomos até a casa dela, andamos pra burro, todos empolgados, com um sorriso no rosto e fazendo comentários sobre como devia ser bonita a nossa futura baterista. Chegando lá..

Prefiro pular essa parte. O pior é que a descrição era aquela mesmo, mas não era bem o que a gente imaginava. Nos apresentamos, conversamos um pouco, e fomos embora, dessa vez comentando como iríamos ter uma baterista que não sabia tocar e, ainda por cima, definitivamente não tinha na beleza seu ponto forte. Tempos depois, soubemos que a menina sequer conhecia a tal amiga que iria emprestar a bateria. Fim de papo.

Outros relatos, em breve, em um texto revelador sobre a banda Teu Pai.
Se a preguiça permitir terminá-lo.


thiago fialho l 3:06 AM

Domingo, Setembro 23, 2007


¤ O Ronald Rios

Aliás, nesse papo de blogs jurássicos, vale a pena comentar sobre o Ronald Rios, constantemente citado no Coca Mata. O Ronald, em 2003, comentava por aqui. Era um daqueles visitantes que se destacavam. E ele tinha um blog, e me pedia opinião sobre alguns textos. Olha.. a única lembrança que eu tenho é de que eram textos fracos e eu não via graça em nenhum. Mas como achava que o moleque podia evoluir, dava um incentivo e dizia que eram bons.

E eu falo isso hoje sem o menor pudor, porque o safado do "moleque" evoluiu mesmo. E ficou melhor que eu. Já faz um bom tempo, aliás. O blog do Ronald é muito mais engraçado que este aqui. Então - olha só eu fazendo uma coisa que não faço desde o tempo que Orkut era algo do futuro - deixo aqui novamente o link, porque vale a pena.

Fotos da Sandy Pelada.

Só não o linkem, porque ele muda o endereço do blog toda hora, e haja paciência pra ficar trocando. Eu já desisti de atualizar os meus ali do lado, diante da dificuldade. Aliás, aqui do outro lado eu ainda tenho 20 anos. Vamos fingir que estamos em 2005 e fica tudo certo.

thiago fialho l 3:37 AM


¤ No meu tempo..

Acho que o grande motivo que me faz já não dar tanta atenção pra este blog é que, pra mim, blog já é coisa do passado. E eu adoro estar na vanguarda. Então fico meio sem jeito de vir aqui e escrever frequentemente, como fazia antigamente. Pra ser sincero, já nem visito blogs. Raramente eu acesso algum. Se passo num blog novo, é por acaso. Vou lá e não volto mais, ou volto depois de 10 meses. Até acho engraçado quando vejo algum blog novo surgindo. Quando vejo a empolgação do blogueiro, comentando sobre número de visitas, linkando outros blogs e fazendo textos parecidos com os meus. Quando vejo visitantes se declararem fãs destes blogueiros. Eu quase não acredito que isso ainda ocorra nos dias de hoje (como se ignorasse que os blogs continuam crescendo e não são frutos de uma ferramenta ultrapassada). Porque tudo me faz lembrar o primeiro ano do Coca Mata: 2003.

Realmente havia um sentimento especial naquela época, havia o incentivo de estar fazendo algo que poucos faziam (embora, na época, já nem fossem tão poucos assim). E o Coca Mata nunca foi daqueles blogs que só os amigos visitavam. Eu nunca precisei pedir visitas em comentários de outros blogs. O blog já nasceu com cerca de 200 visitas diárias, o que era um número considerável. Já nasceu riquinho, em berço de ouro, não teve infância pobre. Com layout bonitinho, original e bem estruturado, o que ajudava a dar mais valor aos textos. E chegou até na barreira das mil visitas diárias, o que era fenomenal (e se tornou ínfimo quando eu vi o Videolog apontar em seus relatórios de tráfego cerca de 10 mil visitas por dia e contabilizar 2 milhões de visitas em alguns meses). O fato é que, depois de uma fase de fixação por números cada vez maiores, eu deixei isso de lado e passei a não me preocupar mais em escrever pra atrair gente.

Não sei se o Coca foi o primeiro blog do Acre. Tenho cá minhas dúvidas, porque podiam existir outros, pouco divulgados. Mas foi, de longe, o mais popular. Até hoje, o único que chegou onde este blog chegou, quando falamos em popularidade, foi o Blog do Altino. E não havia nenhum blog local no nível do meu naquele tempo, talvez só o Hey Ho Punk. Óbvio que eu estou me gabando pra caramba neste texto e você já percebeu isso, mas não deixa de ser interessante essa abordagem. Se fizessem um retrospecto histórico dos blogs, eu acho que apareceria em algum capítulo, mesmo que fosse só entre blogs acreanos. Ou, talvez, este público que cria e visita blogs hoje em dia já não seja mais o mesmo daquela época, e nem tenha conhecido a história disso aqui.

Há 5 anos atrás talvez nem imaginasse que um blog pudesse durar tanto. Tanto que, meses depois de ter dado início à este, eu praticamente o abandonei e criei o Videolog, já imaginando que aquele seria o novo "hype". Adorava pesquisar no Google e ver que tinha o único videolog do Brasil. Durou alguns meses. Mas depois que lançaram YouTube e similares, os vlogs e a publicação de vídeos na internet se popularizaram, e eu voltei a ser só mais um, entre tantos outros.

Hoje em dia todo mundo tem blog e vídeo no YouTube, e no fundo eu fico incomodado com isso. É meio ridículo, mas é verdade. Mais incomodado ainda porque queria voltar à estar na vanguarda de alguma coisa, mas não faço idéia de qual. Conforme o tempo passa, é cada vez mais difícil fazer algo que já não tenham feito. Então fico preso às glórias do passado. "Meu blog foi o mais fodão que o Acre já teve!". "Eu fiz o primeiro videolog do país!". E daí? Tudo passado. Tenho ainda o sonho de prosseguir inovando, criando coisas novas. Mas, até lá, vou continuar aqui no nosso bom e velho blog, que já não é mais a última coca-cola do deserto, mas ainda cumpre essa agradável função de expor meus textos.

thiago fialho l 3:04 AM

Quinta-feira, Setembro 20, 2007


Da série "Posts não publicados"

¤ Plantão 33 - Últimas notícias

theago diz:
agora o número é 31
theago diz:
são 03:31 no meu relógio.. o 33 já indicou o caminho inicial, agora é a vez do 31
theago diz:
aqui no msn.. meu e-mail tem 3 mensagens.. a pasta de compartilhamento tem 1 arquivo.. como os indicadores destes números ficam lado a lado, fica 31
theago diz:
o último recado do meu orkut foi deixado às 23:19 (veja o 31)

Ronald Rios diz:
ó, mas 3+1... agora muda um pouco..

"Nº 4
Este número relaciona-se com trabalho organizado e dirigido para massas, a preocupação com detalhes, a energia para construir e concretizar."

Ronald Rios diz:
preocupação com detalhes.... é, uma gravidez exige isso!

thiago fialho l 4:50 PM

Quarta-feira, Setembro 19, 2007


Da série: posts não publicados

¤ 33

Tem algo estranho ocorrendo, que até agora eu não entendi bem, talvez porque não precise entender. Porque não sei se tem significado, se não tem, se é coincidência, se não é.
O fato é que desde sexta eu venho me deparando constantemente com o número 33. 33, como todos sabem, é conhecido como a idade de Cristo ao ser crucificado.

O mistério começou quando reparei no meu número de amigos no orkut: 333
Passou quase despercebido, mas continou ontem, quando recebi minha cortesia pro show dos Porongas. Número: 033

Cheguei em casa e, após ter gravado o áudio do show e passado pro computador (quem quiser, é só pedir), gravei no mp3 player. Na hora de escutar as músicas do mp3 player, percebi que haviam 133 músicas no total. Fui procurando o arquivo de áudio do show dos Porongas, até achar. 30, 31, 32.. 33. Exatamente o 33.

Quando eu me peguei pensando nisso tudo, no meio da madrugada, busquei o celular e fui olhar as horas: 3:33

Eu gosto de ficar buscando sentido nas coisas, mesmo que não faça sentido nenhum. É loucura ou teria tudo isso algum significado?

Resolvi consultar meu guru para assuntos diversos* (lembrando que assuntos diversos nada tem a ver com a "diversidade" citada no post anterior).

theago diz:
estou pensando em abrir a bíblia.. na página 33..igual no filme do Jim Carrey (Número 23)
Ronald Rios diz:
isso! tem aquele lance ,né, de somar
Ronald Rios diz:
daê tem o 6...

"Nº 6
Este número representa a responsabilidade para com os demais, a sociedade e a família."

Ronald Rios diz:
significa que tu vai engravidar alguém
theago diz:
onde tem isso? o_O
Ronald Rios diz:
cacei "significado dos números" ahahahahaha
Ronald Rios diz:
tinha só até o 9..ae fiz aquele esquema que vejo na tv.. onde eles sempre simplificam, né, somando todos os algarismos..

Voltamos em breve, com mais informações sobre esse grande mistério. Se for apostar na loteria, não se esqueça do número 33. E nem de mim.

1 milhão na minha mão, em caso de vitória, e eu nem digo que te dei os números pra você apostar por mim..




thiago fialho l 1:57 AM

Domingo, Setembro 16, 2007


¤ A festa gay



Na última terça-feira, afundado numa velha monotonia musical de uma cidade dominada por calypso, pagode, forró, axé, funk, dance e até techno, fui avisado de que haveria, enfim, um show de rock. Tudo bem que a cena acreana vem evoluindo, as bandas ganharam mais espaço, já temos uma promessa na cena alternativa nacional (los porongas) e até um festival entre os maiores da região.. Mas shows de rock por aqui, em geral, ainda ocorrem com pouca frequência.

Eis que haveria o show de rock. Perto da minha casa. Numa terça-feira, quando há a certeza de que nenhum outro (bom) evento vai acontecer na cidade. Com as presenças garantidas de amigos, conhecidos e semiconhecidos (aqueles que você encontra por aí, cumprimenta, pergunta se está tudo bem e nem espera pra ouvir a resposta). Somando tudo, motivos mais que suficientes pra que eu resolvesse andar um pouco, abrir o portão, andar mais um pouco, dobrar a esquina, desviar das pedras das obras da calçada, atravessar a rua, andar mais um pouco, desviar dos carros estacionados, até chegar no local, devidamente cansado após tão longo percurso, percurso este que faço parecer longo descrevendo assim.

Eis que eu fui. Eu já havia sido avisado da temática da festa. Era uma festa gay. GLS. Fazia parte do "calendário da diversidade". Diversidade. Olhando rapidinho no dicionário: Diferença. Dessemelhança. Contradição. Oposição. Pra um grupo que luta pra ser igual, acho que o nome não é correto. Diversidade me remete também ao "Instituto da Diversidade", criado pelo governo acreano atual, cuja função ainda é uma incógnita. Por isso a insistência com a palavra "gay". Diversidade, aliás, é até um pouco de preconceito. É uma festa gay, oras. E pronto. As pessoas têm medo da palavra, mas é assim que vou tratar do assunto, com ampla utilização do termo, acreditando que ao final do texto serei acusado até de ser homofóbico, por não usar a palavra "diversidade" e fazer piada com o tema.

O fato é que, na festa gay, havia mais heteros do que "seres diversos". Com exceção de um ou outro, que nem precisa dançar YMCA na sua frente pra você perceber a opção sexual, a maioria parecia ser heterossexual. Os que não pareciam, deixavam pairar sob suas cabeças a incógnita "Será que é?". Certamente havia ali, também, os que não se encaixam na categoria "gay". Pansexuais, atraídos pela beleza das árvores ali ao lado. Semi-heteros, que se não pegassem alguém do sexo oposto, se contentariam em "ficar" com amigos do mesmo sexo. Mas que, aham, não são gays. E adeptos da filosofia "straigh-edge", que preferem passar a noite jogando videogame do que.. é, enfim. Havia de tudo, certamente, toda a fauna. Mas dando pinta de ser da galera do arco-íris, mesmo, era raro.

Sendo ou não, estava numa festa gay, cujo maior atrativo parece ser não a segmentação de um público com determinada preferência sexual em um recinto, mas sim a reunião, sem preconceitos, de todos em um mesmo lugar. Só que, quando você tem algum interesse além da festa em si, a coisa complica. Sem meias palavras. Porque você, no caso eu, sujeito heterosexual, fica observando as menininhas, bonitinhas, acompanhadas de suas respectivas amigas..

Amigas..

Entendeu o ponto? É aí que a coisa complica. Porque você tá numa festa gay, oras. Sabe-se lá se são só amigas mesmo. Então, você, caro amigo hetero, que vai à uma festa à procura de mulher, anote aí: festa gay não é o lugar mais correto para encontrá-las. Recomendação não aplicável caso você tenha uma namorada. Aí pode bater ponto nas festas gays. Porque, veja pelo lado bom, o assédio masculino à sua namorada tende a ser bem menos frequente, ou mesmo inexistente, o que por consequência também diminui os riscos de entrar em conflito com algum gaiato durante a noite. Apesar disso não livrá-los, você e sua namorada, de assédio por parte da turma "diversa".

Mas fora isso, é tudo natural. Bebidas. Ambiente. Comportamento do público. Exposição com fotos de bundas masculinas. Ouvir "it's raining man". Tudo muito natural, quando você sabe onde está. E eu estava numa festa gay, incomum seria ver skinheads se divertindo por ali.

*



Você que chegou até aqui, deve estar pensando que eu esqueci de alguma coisa. Pois bem, o show. A banda era a Filomedusa. Como aprendiz de Lúcio Ribeiro acreano, podia ter a pretensão de chamar estas linhas de "resenha do show". Mas como eu, confesso, não fui com o intuito principal de ver a banda em si (embora a frase "show de rock" tenha me atraído), acho inoportuno dar ares de crítica musical à este texto.

Mas o fato é que eu estava ali, bem em frente à banda, do início a fim. E não estava bêbado, o que é interessante pra quem se atreve a comentar um show tentando ser sincero. Indo direto ao ponto: a banda evoluiu, visivelmente. O que não é uma surpresa, em se tratando de uma banda com pouco tempo de estrada e ótimos músicos. Se antes não tinha apelo o suficiente pra atrair gente como eu pra ir até um show conferir unicamente sua apresentação, essa visão parece estar mudando. Fico nesse papo de transição ("parece estar") porque preciso ver mais vezes. O que já garante minha ida a próximos shows. O fato é que o que eu vi me agradou, e muito. E essa era a opinião que reinava ali.

Um amigo comentava: "Tem um pouco de Radiohead nessa guitarra". Eu sou um reles representante de público de show, longe de ser um crítico musical, daí o fato de não ter essa sensibilidade pra perceber influências. Se fosse apontar alguma, diria que Franz Ferdinand parece ter ditado acordes na guitarra e batidas da bateria na hora de criar certas músicas. Até mesmo na hora dos covers, tão combatidos pela galera da música autoral, mas com a esperta função de se aproximar do público, percebia-se algo inovador.

Moby? Tim Maia? Com roupagem rock? Sequer imaginava a hipótese. Eis então uma descrição da Filomedusa, uma banda nova, em nítido processo evolutivo, que já se mostra uma promessa, tão logo novas composições entrem para o repertório e as atuais ganhem (mais) o gosto do público. Eu não fui lá para vê-los, é verdade. Porém, da próxima vez, quando anunciarem "show da Filomedusa", é certo que serei atraído não mais pelo simples fato de ser um show de rock, mas pela vontade de comprovar que estamos vendo nascer uma nova boa banda acreana.

thiago fialho l 8:46 PM

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Opa, tudo bê? eu sou o Thiago Fialho, tenho 20 anos e sou estudante de Direito, assim como boa parte das pessoas que você conhece. Me considero mais que um admirador, mas um estudioso e profundo conhecedor do indie rock.

Adoro escrever coisas inúteis que façam você e eu perdermos nosso tempo, como você pode observar neste blog. Sou um
blogueiro decadente, mas conquistei a fama mundial (nota: observar ironia) graças ao meu projeto inovador do Videolog.

Adoro criar e não consigo me ligar numa única coisa por muito tempo. Estou sempre envolvido em projetos nas mais diversas áreas, como publicidade, mídia/jornalismo, design, sites, música, produção de vídeos, humor e etc.

Caso você me ache um cara legal, o que não é tão dífícil, me adicione no
orkut, não sem antes dizer que você está me adicionando por ser visitante do blog, caso contrário eu não lhe aceitarei, porque no fundo eu sou um pouco chato. Ah, todo mundo é, às vezes.

Mora onde?

Rio Branco - Acre.

Estado Civil?

Tell me there's a logic out there, leading me to better prepare, for the day that something really special might come. * weezer - perfect situation

Mais alguma coisa?

às vezes me acho meio maluco.

Já falou tudo?

não. Já fiz muita coisa doida.

Hm.. o quê?

Nada que possa ser divulgado.

Agora os leitores estão curiosos..

ah, todo mundo já fez alguma loucura na vida.

Como você encara a fama?

que fama? bom, talvez seja legal, a pior parte é responder perguntas como essa.

Tem algum segredo guardado à sete chaves?

tenho!

Qual?

é um segredo, ora.

Recado para os leitores?

se cuidem e visitem o blog todos os dias. E o Coca Mata já tem mais de 3 anos, então dêem uma olhada nos arquivos que tem muita coisa bacana que eu escrevi durante esse tempo todo.




















































































































































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